sexta-feira, 8 de maio de 2009

Vampira virgem III- O FIM

Novamente em seu quarto Melissa o aguardava.Eram 20 horas e ela já estava ansiosa para ver sentir o corpo do seu amado no seu. 21 horas , 22 , 23 horas , 00 horas e nada dos passos na escada começarem.Melissa no começo achou que só seria um atraso.Então a demora começou a te angustiar.00:30 e os passos começaram.Seu coração frio e parado se aquietou.Quando ouviu as batidas na porta ela estranhou, pois ele nunca batia na porta.
- Melissa? -Perguntou uma voz estranha.
- Quem é?- Disse ela assustada.
-Lucius.
Ela o conhecia, era o chefe dos vampiros daquela região.
-Um minuto Lucius.
-Ok.
Vestiu-se rapidamente pois ela esperava Gustavo de um jeito que não poderia receber outro e logo abriu a porta.O olhar triste de Lucius para ela pareceu ser como um aviso.
- Onde ele está?
-Lamento Melissa, perdemos.
- 'Perdemos?' como assim Lucius?
O coração frio e parado de Melissa pedia respostas.
-O Gustavo não te falou?
-Não me falou oque?
-Dos outros.
-Lucius pode ser direto por favor?
-Outros vampiros vieram de outra região e estavam atacando pessoas Gustavo foi nos defender e o perdemos.
-Meu Deus , o meu Gustavo então está morto?
-Lamento Melissa.
-Mas o queimaram?
-Foi o unico jeito deles o matarem, Gustavo era forte e você sabe disso.Quando já não tinha jeito de salvá-lo mais antes de estar completamente destruido ele disse seu nome e me pediu pra que cuidasse de você.
Melissa estava sem palavras seu coração parado doia.
-Lucius me destrua.
- Destruir você Melissa? É contra as regras e como eu sou o criador de parte delas não posso te destruir.
- Então eu me destruo sozinha.
-Você sabe que não pode.
-Posso.
Ela sabia que Lucius não a deixaria fazer isso, porém era o unico jeito era esse, ela não queria 'viver' sem ele mesmo sabendo que morta estaria sem ele também porém sua 'vida' não teria sentido sem Gustavo.
-Por favor Lucius, eu não quero viver sem ele.
-Eu não tenho coragem de colocar fogo na mulher do meu melhor amigo.
-Então acabe comigo de outro jeito- Disse Melissa afastando os longos cabelos indicando-lhe o pescoço.
- Não Melissa.
-Faça.
Bastou uma palavra para que ele obedecesse a Melissa, então Lucius chupou todo o seu sangue,deixando-a seca e completamente morta.
Lucius agora estava sem sede saiu do apartamento de Melissa, deixando-a deitada e morta em sua cama.

Vampira Virgem II

Em seu quarto Gustavo a deixou. Tão quente quanto poderia estar sua pele que era fria como gelo estava queimando. ' Ele só vem amanhã a meia-noite' Pensava Melissa. O tempo a incomodava muito, lá fora o sol estava em destaque tão quente quanto os pensamentos sobre a noite anterior de Melissa então a vampira que já não era mais virgem adormeceu. 'Vampiros também ficam cansados' pensava ela antes de fechar os olhos. Quando acordou eram 23:00 horas em ponto, seus olhos não poderiam acreditar era tão pouco tempo que ela tinha pra se arrumar.Levantou-se correndo e dessa vez decidiu pegar pesado, tirou de dentro de sua gaveta secreta uma camisola vermelha que na certa deixaria Gustavo Louco.Melissa foi rápida no banho, se perfumou e deitou em sua cama novamente ansiosa para ouvir os passos na escada. Os minutos para ela eram como anos, Melissa queria Gustavo ansiosamente até que os passos começaram. Mordendo os lábios ela fechou os olhos, a porta estava aberta como sempre então ele a abriu. - Melissa?- disse Gustavo. Ela abre os olhos, sua boca estava levemente vermelha, o que dava um toque a mais de sedução na vampira.
- Vem Gustavo, vem agora.
Era como uma ordem, ele a obedeceu se aproximou deixando seu casaco de couro preto cair no chão. Melissa o beijava com desejo passando sua mão delicada por cada parte do corpo de Gustavo. Era uma noite especial, os dois vampiros estavam se entregando de corpo e alma (se é que eles tinham uma).- Você quer?-Perguntava ele acariciando as intimidades de Melissa. - Quero.
E assim ele fez Melissa não conseguia ficar calada, gemia e muito alto a ponto de achar que seus vizinhos poderiam escutar.
-Você gosta não gosta sua safada?- Dizia ele acariciando os seios da vampira.- Gosto, vai com tudo Gustavo.- Quero seu sangue Melissa.
- Só posso lhe dar pouco dele. E dessa vez se abaixando até as intimidades de Melissa, Gustavo chupando seu sangue. O corpo dela estava se contorcendo era muito prazer para uma vampira só. -Chega Gustavo. -Disse ela puxando-o pra cima, lambendo os lábios de Gustavo todos cheios de sangue. - Tá na minha hora amor. - Está muito cedo. -Você sabe que irei voltar. -A meia-noite?
-É o combinado não é?!- Disse Gustavo beijando-a e levantando para vestir suas roupas.
Novamente Melissa adormeceu, aguardando seu amado para a próxima noite de prazer.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Vampira Virgem.


Melissa estava em seu quarto, se preparando para a chegada dele, pois ela sabia que ele viria e faltava muito pouco para meia noite, ela estava ansiosa para ouvir os passos na escada. Sua camisola preta já queimava em seu corpo, ela nunca gostou de usar roupas compridas e já estava ansiosa para tirar aquela, alias ansiosa para que ele tirasse sua camisola. 23h45min e Melissa não agüentava o nervoso. Então bateu meia noite, a garota vampira sabia onde deveria esperar e então se deitou e fechou os olhos. Os passos na escada de sua casa começaram e cada vez mais intensa e próxima Melissa mordeu o lábio mais permaneceu de olhos fechados. Gustavo abriu a porta do quarto da sua namorada e a encontrou deitada no lugar onde ele havia pedido para estar. - Melissa? Ela abriu os olhos e sentou-se na cama mostrando seu sorriso e seus dentes pontiagudos. -Ah Gustavo – Disse Melissa estendendo-lhe os braços. - Você está extremamente sensual. - Não gosto dessa roupa. - Vamos tirá-la?Naquele momento os dois vampiros se beijaram Gustavo deixando seu casaco preto cair no chão do quarto de Melissa e ela o puxou para a cama onde os dois permaneceram por um longo tempo. As mãos de seu amado percorriam pelo corpo de Melissa sem nenhum medo, parecia que já conhecia bem o território e ela transou sua perna em volta das costas de Gustavo mexendo cada vez mais com seus instintos e ele sabia que tinha que ir devagar por menos que parecesse sua amada nunca havia sido tocada, seus amigos lhe perguntavam ‘ Como pode uma vampira ser virgem Gustavo?’. Ela era pura, pura fisicamente, pois seus pensamentos eram tão quentes como as chamas da lareira. - Eu quero você em mim Gustavo e quero agora. - Sussurrou ela em seu ouvido. -Assim você me deixa louco Melissa. Então ele fez o que ela pedia tanto, Melissa não era mais virgem. - Melissa, você está sangrando. - É normal Gustavo afinal eu não sou mais virgem. Vendo o olhar malicioso de sua namorada ele já sabia o que deveria fazer, porém deveria ter controle. Foi beijando sua boca, depois seu pescoço, seus seios, sua barriga até chegar ao local proibido para outros. Melissa gemia, sentia muito prazer e não sentia nenhuma dor. Ela parou de sangrar e então Gustavo voltou a lhe proporcionar prazer.
Duas horas depois Gustavo e Melissa estavam deitados ele brincando com o cabelo dela e ela alisando sua barriga definida. Ele era tudo o que uma mulher desejava e ela era tudo o que um homem precisava. As visitas de Gustavo foram se tornando constantes e Melissa gostava disso cada vez mais. Os dois vampiros permaneceram no quarto por mais longas horas e quando Gustavo esta indo embora Melissa já estava pensando na noite seguinte em que seu amado viria, ela não era mais virgem e isso era de grande importância para si. Ele a beijou deixando-a presa em seus pensamentos totalmente ardentes e esperando-o para outra noite.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Boate


Lauren estava em seu quarto, já era noite e ela sentia seu corpo pedindo sangue. Ela iria encontrar Greg logo que o relógio batesse meia noite. O relógio digital marcava cinco pra meia noite ela se levantou e trocou-se. Os cabelos loiros ela penteou e lançou-se pra fora da janela grande e já aberta. Chegando ao local Greg já esperava. - Demorei?- Não, acabei de chegar também.
- Aonde iremos?- Boate. -Quem está lá?- Uma jovem. - Mulher Greg?- Ela não faz idéia do que espera por ela. Eles seguiram para a boate e chegando lá Greg já sabia onde estava sua vitma. A música estava muito alta, mas Lauren e Greg escutavam tudo, ele piscou para Lauren e foi em direção a Brity, uma garota ruiva e muito bonita que estava sentada com um copo em sua frente e o pior de tudo, estava sozinha.
- Oi – Disse Greg a Brity.
-Oi - Disse ela com um sorriso no rosto, não acreditava que aquele homem todo lindo estava ali conversando com ela. - Está sozinha?- Estou por quê?-Posso?- Disse ele sentando-se ao lado de Brity.
- Já sentou mesmo. Ele ficou em silêncio, sabia que Brity iria falar alguma coisa, mas o tempo passou e passou e Brity tentava controlar sua língua mais não conseguiu. - Você namora?- Ah não, e você namora?
- Não. - Que bom. ’ Que bom?’ Pensou Brity. A música estava muito alta, Lauren estava muito ansiosa e queria tirar aquela mulher de perto de Greg.
- Quer sair daqui Brity?
-Como sabe meu nome?- Você me disse. - Eu estou tão tonta assim?- Se você não se lembra parece que sim, mas vamos sair daqui. Greg se levantou e Brity ficou parada o encarando. - Eu não vou fazer nada que você não queira Brity. ’ Apenas uma. ’ Pensou Greg. - Venha. Brity se levantou e foi em direção ao lugar que Greg estava indo. - Pra onde quer ir Brity?- Pra minha casa. - E eu não posso ir?- Pode não, você vai. Uma risada em tom sarcástico surgiu dentro do peito duro e frio de Greg, mas ele nada disse apenas seguiu sua vitma. Chegando à casa de Brity ela se jogou no sofá e ficou olhando para uma pintura de uma floresta. - Engraçado, parece que está mais frio aqui. - Impressão sua minha cara. A verdade é que naquele momento dois vampiros estavam ali e Brity não fazia idéia disso e o único calor que permanecia na sala da casa de Brity era o calor do sangue dela, que deixava cada vez mais os dois vampiros esfomeados. Brity se sentou ao lado de Greg, e ela então o encarou e foi chegando perto dos lábios dele, quando ele virou se e foi beijando seu pescoço e abaixando entre seus seios e chegando perto do coração de Brity ele ouviu as batidas e não se controlou começou a sugar o sangue de Brity ali mesmo, ela o batia, mas não conseguia gritar para pedir ajuda, pois estava muito fraca e já havia perdido muito sangue. -Lauren!- Já estou aqui meu querido. Ela se aproximou e Greg tirou a blusa encharcada de sangue do corpo de Brity, que já estava morta. Lauren e Greg deixaram o corpo de Brity totalmente sem sangue, a sede era tão grande que os dois não deixaram escapar um pouquinho de sangue que fosse mas no corpo da garota morta o sangue estava todo espalhado, mas Lauren e Greg fizeram questão de limpar todo o corpo da garota , deixando a completamente sem sangue. - Satisfeita meu amor?- De sangue sim. - Então o que falta pra você estar completamente satisfeita?- Ter você só pra mim essa noite.
-Você me tem só pra você a eternidade Lauren. Os dois vampiros loucos por sangue se beijaram e da janela de Brity eles pularam voando para algum outro lugar, deixando o corpo de Brity ardendo em chamas na lareira.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Floresta

A noite estava silenciosa e suave Érica gostava disso. Em poucos minutos seu namorado estaria ali com ela lhe mostrando o que é ser feliz mesmo sendo nas sombras. Érica tinha poucos anos como vampira, mas continuava tão ardente como sempre foi suas mãos eram frias, seu corpo frio mais quando se juntava ao seu amado ela se sentia quente. Pedro finalmente chegou, seus cabelos ruivos voavam batendo em seu rosto pálido. - Demorei? – Perguntou Pedro. - O suficiente para que eu sentisse sua falta. Pedro sorriu e se sentou ao lado de Érica, o vento soprou forte balançando os cabelos dos dois. Ele a olhou curiosamente e se aproximou dando-lhe um beijo, Pedro sabia como Érica ficava quando ele a tocava e se deu conta de que estavam sozinhos. Érica adorava como Pedro a tocava ela se sentia ardente e queria sempre mais e então ela sentou em seu colo, passando a mão em seus cabelos ruivos.
- Por que faz isso comigo hein?-Ele perguntou
-Minha culpa?- Perguntou ela -Sua culpa. - Ele disse beijando-a novamente.
Érica estava ofegante, seu vestido preto estava pra cima do joelho. Foi quando ouviu uma risada, era distante, porém ela ouvia. Ela odiava isso mais então parou o beijo. -Ouviu isso Pedro?- Não, o que você ouviu?- Uma risada. - Risada?Vou dar uma olhada. -Vou com você. -Fique aqui Érica. - Mas. - Não tem nada de ‘mas’ fique aqui. E ele saiu voando contra as árvores deixando o coração frio e parado de Érica apertado. Ela sabia que não conseguiria ficar por ali por muito tempo, caso ele demorasse ela iria procurá-lo. Os minutos se passavam e Érica sabia que se fosse algo fácil Pedro já teria voltado e então ela arrumou o vestido e partiu voando entre as árvores como Pedro havia feito. As vozes aumentaram e ela acelerou e então encontrou seu amado ajoelhado em frente a uma fogueira segurado por um homem forte. - Então essa é sua defesa jovem?- Perguntou o homem que o segurava.
- Calado. -Disse Érica. - E uma mulher seria capaz me de calar?- Não brinque comigo. Ele deu uma risada de deboche e Érica voou pra o homem, apertando sua cabeça com toda força, já que era uma vampira ela sabia que teria uma força realmente grande. O homem tentou proteger sua cabeça e então acabou soltando Pedro e quebrando sua mão.
- Mate o outro Pedro. - Que outro?- Esse atrás de você. Havia um homem paralisado, Érica quebrou o pescoço do homem que segurava seu namorado então Pedro fez o mesmo, após ter matado o homem ele se vira para Érica e a vê sugando o sangue do homem que quase o matou novamente ele fez o mesmo que ela, e sugou o sangue do outro homem. Érica parou, pois seu homem estava seco e ela se ajoelhou perto de Pedro levantando seu vestido acima do joelho ele sorriu e então ela o beijou. Os dois então voaram para longe em um lugar onde ninguém poderia estar a não ser eles mesmos , sua própria casa .Pedro a beijou novamente deixando-a ardente e Érica se entregou deixando seu lindo vestido preto cair ao chão, deixando Pedro alucinado ele se aproximou e a deitou em sua cama coberta com um lençol vermelho sangue, o que deixavam os dois mais desejados um pelo outro.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A biblioteca - parte 02-



Elizabeth e estava voando nas costas daquele vampiro charmoso em direção a um lugar escuro que ela nunca tinha visto antes.
- O que você vai fazer comigo?
- Só irei fazer se você me permitir, caso o contrário você será silenciada sem dor.
-Você quis dizer morta?
Ele não respondeu e ela não não cons eguia abrir os olhos pois não acreditava que estava mesmo voando.
- Feche bem os olhos querida.
- Por que?
- Feche os olhos - Repetiu ele
- Mais pera ai eu nem sei seu nome.
- Talles.
' Que nome bonito' Pensou Elizabeth que ao entrar no ' castelo' sentiu sua pele congelar, era tudo muito escuro mas ela não sentia medo.
- Vlad - Chamou Talles.
- Estou aqui Talles, trouxe ela ?
- Sim está aqui comigo.
- Ele sabe de mim?
- É claro que sabe ele te viu nascer.
Elizabeth estava impressionada como ele sabia dela sem ela ao menos saber o básico dele mais isso não importava ela já tinha se intregado para aquele desconhecido e se sairia viva ou não já não importava mais.Eles se aproximaram de uma poltrona vermelha virada para a janela .
- Elizabeth venha ate aqui - Chamou Vlad
Ela olhou para Talles e ele acenou com a cabeça lhe confirmando, então se aproximou daquele homem que era também muito bonito.
- Você tem duas escolhas ou se junte a nós ou não vive.
- Me junto a vocês- respondeu Elizabeth decidida.
- Você jura segredo ? Você será uma de nós e precisa entender a regra.
- Que regra?
- Não saimos ao sol e devemos ter bom comportamento diante ao sangue
- Como assim?
- Ter controle Elizabeth- Disse Talles.
- A sim, eu juro.
- Otimo Talles leve-a para o grande salão, você conhece as tradições.
- Tradições? Vampiros tem tradições?
Ele riu da pergunta dela mais acenou que sim com a cabeça.Chegando a um grande salão muito escuro enchergando com dificuldade Elizabeth encontrou uma cama vermelha e em questão de segundos Talles bateu as mãos e velas se acenderam.Para ela aquela imagem era muito assustadora porém curiosa.
- Vista isso .- Disse Talles lhe indicando um vestido vermelho de seda.
- Por que vestido vermelho?
- Você tem muitas perguntas, é a tradição para a criação de uma mulher, os homens é um terno preto .
Ela rapidamente se vestiu na frente de Talles mesmo pois achava que ele não olharia , mas se enganou ele a fitou seriamente .
- Estou pronta.
-Ainda não.
Talles buscou duas taças com vinho e lhe entregou uma.
- Eu não bebo.
- É a tradição Elizabeth.
Ela bufou , porém bebeu.Talles chegou mais perto dela e lhe deu um profundo beijo e depois foi escorregando direto para o pescoço.
- Feche os olhos- Disse ele antes de morder.
Elizabeth ja estava de olhos fechados quando sentiu os caninos de Talles perfurando sua pele quente.A queimação começou seu coração estava pe gando fogo porém minutos depois parou , ela estava se contorcendo na cama de dor .
Foi quando abriu os olhos e la estava Talles sentado ao seu lado.Então sentiu sua pele levar um choque.
- É normal - disse Talles.
- Vai demorar? Estou sentindo dor .
-Quando parar de queimar me avise.
- Ja parou de queimar.
Ele lhe estendeu o braço e ela não intendeu a ação.
- Morda.
- Você tem sangue?
-Ora Elizabeth .
Ela cega de vontade lhe mordeu era a primeira vez que tomava sangue na sua ' vida'.
- Ja chega Elizabeth.
Ela não parou.
- Elizabeth!
Ela apenas o olhou , seus olhos estavam vermelhos. Talles precisava a fazer parar então deu um salto .
- Desculpe.
- Não se desculpe querida eu sei que é sua primeira vez mas acalme-se temos sangue lá em baixo.
Ele se aproximou e a fitou seriamente.
- Você está ainda mais Linda.
- Obrigada .- Disse Elizabeth
Ele a beijou .
Elizabeth não sabia por que mais ja sentia algo especial por seu criador , ele a beijava intensamente satisfazendo todos seus desejos , Elizabeth se sentiu realizada
ela tinha tudo o que precisava. Um amor , um corpo bonito e a imortalidade.
Permaneceram juntos até o amanhecer quando o sol bateu na janela Talles se levantou para fechar a janela e deitou-se ao lado de sua companheira esperando até a proxima noite.
Fim

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

A biblioteca

Elizabeth costumava frequentar uma biblioteca desde que era criança, até que seus pais morreram quando ela tinha dezessete anos. Elizabeth nunca mais voltou á biblioteca. Depois de completar dezenove anos, começou a ter sonhos com a tal biblioteca frequentemente. Na biblioteca, havia um rapaz loiro que a esperava. Elizabeth é uma linda garota de dezenove anos muito curiosa, Seus cabelos são negros e seus olhos azuis azuis. Com o passar do tempo, Elizabeth foi começando a deixar seus traços de menina, para adquirir traços de uma mulher, até que se tornou uma. Estava em sua casa quando o jornal chegou. Ela tinha mania de ler tudo que via, e logo começou a folhear á procura da algo que lhe chamasse a atenção. Elizabeth achou um título que lhe deixou curiosa: " Única biblioteca pública da cidade é fechada.". ela decidiu que iria visitar o local que havia deixado fazia dois anos. Quem sabe o leiro dos seus sonhos não existia realmente?! E quem sabe até, se ele não realmente esperava por ela? Se vestiu rapidamente e tomou um táxi até a biblioteca. Ao chegar, parou na entrada e pensou: " só posso estar ficando louca!" Estava se virando para voltar para casa quando ouviu um chamado: "Elizabeth minha querida...Você não está ficando Louca. Venha me encontrar, estou te esperando na sétima estante." Ela parecia estar hipnotizada pela voz suave. Entrou na biblioteca e foi direto á sétima estante. Havia uma pequena luz saindo do corredor da sétima estante, Elizabeth continuou caminhando até onde a voz suave havia lhe chamado. Elizabeth foi chegandoo, seu coração acelerando, e sua respiração ficando audível. Chegando lá, só havia uma Lâmpada numa mesa e então alguém disse: - Demorou um pouco para me achar querida. Elizabeth olhou para os lados, mais não havia ninguém. Então, finalmente se atreveu a olhar pra cima, e em cima de uma estante de livros estava ele, o loiro de seus sonhos, o mesmo que a fazia suspirar quase todas as noites. - Quem é você? e Por que me fez vir até aqui?- Elizabeth perguntou amedrontada por vê-lo em cima de uma estante - Eu não fiz você vir até aqui Elizabeth , você veio porque é minha e já estava decidido que você queria ser minha. - O que... O que você quer de mim? - Não quero nada mais do que você mesma. - Como posso ser sua se nem ao menos o conheço ! - Você terá muito tempo pra me conhecer Elizabeth - Você vai fazer algum tipo de mágica comigo?- ela peguntou sarcasticamente Ele deu uma risada alta e desceu da estante se posicionando ao lado de Elizabeth. Deu-lhe um sorriso mostrando seus caninos, na hora ela entendeu como ele entrava nos sonhos dela , e como ele faria ela o conhecer melhor. - Você é um vampiro? - Que esposa mais esperta! Ela deu um sorriso tímido e ele disse: - Não vou machucar você Elizabeht, acredite. Se eu pretendesse fazer isso, teria feito há muito tempo. -Por que escolheu esse lugar?- ela perguntou mudando completamente de assunto -Foi aqui que te conheci. -Eu não me lembro de você. -E eu não me lembro de ter deixado você me ver. Agora estava tudo muito claro para ela, ele a queria como uma esposa, queria torná-la uma vampira para lhe fazer companhia, mais em sua mente ela se perguntou "Por quê não?" - Eu vou poder ter amigos? - Quantos você quiser, se jurar não contar nosso segredo a ninguém. - Eu juro. - Você dirá isso á Vlad. Vamos minha princesa da noite? Ela pensou um pouco mais aceitou. Então ele a fez subir em suas costas, e em questão de minutos estava voando com o vampiro que ela nem sabia o nome.